AGROBALSAS 2022 – O Momento é pacificar, pensar grande, minimizar diferenças e enxergar o todo

Por Published On: abril 25, 2022Categorias: AGROBALSAS, FAPCEN, Tips & Tricks

“Esta é a mensagem proposta para a 18ª edição”

 

Baixar a guarda e dizer …”eu vou lá, eu quero estar junto na construção deste grande celeiro”, afinal, a vida caminha em ciclos e novas oportunidades estão a um passo de serem conquistadas pra todos, se, estivermos juntos.
Para que isso seja possível, basta um gesto superior para com nossos semelhante, negociar a contrapartida, afinal todos tem uma parte a oferecer nesta grande construção. É chegado o tempo de escolhas difíceis, contudo, diferenças não podem ser ofuscadas por vaidades, reconhecendo que, a sabedoria Divina prepara seus escolhidos e estes, se encontram no momento e lugar certo para cumprirem seus deveres, relembrando que a sorte muitas vezes não chega novamente. É chegado o momento de nos capacitarmos a entender uma linguagem conforme prediz a globalização acelerada, pós Covid e ainda com guerras insanas, momento de mudanças de costumes e até de quebrar nossos próprios paradigmas. Esta é a mensagem que traduz sobre a ideia Conectividade Maranhão para a necessária visibilidade deste território a nível nacional e internacional como sendo, o grande celeiro.
Relembramos ciclos anteriores, retornamos as palavras do Eng. Agrº Pero Vaz de Caminha, escrivão da armada de Pedro Alvares Cabral, com sua frase célebre que aponta para as potencialidades da nova terra conquistada, formando a imagem da exuberância da natureza enaltecida em outros trechos, “… essa gente é boa e de boa simplicidade, são muito mais nossos amigos que nós seus. Aguas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das aguas que tem’’.
Assim é o nosso Maranhão, território abençoado onde um novo ciclo encontra-se em nossas mãos, junto com pessoas amigas, comprometidas e dispostas a dar o melhor de si em prol do bem comum. “CONECTIVIDADE MARANHÃO, O GRANDE CELEIRO.”

Por: Gisela Introvini

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